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3 Sinais de Que Você NÃO Terá Sucesso em Sua Carreira

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Eduardo Correa
Escrito por Eduardo Correa

Você conhece o significado da palavra protagonismo? Em resumo, é a capacidade de tomar nas próprias mãos o rumo da sua carreira e das suas atividades profissionais, como se fossem um negócio do qual você é o dono. Mas, na prática, a maioria das pessoas não consegue aplicá-la de maneira eficaz. Sabe por que? Leia e descubra.

Como desenvolver o Protagonismo? Algumas das maneiras são aumentar o autoconhecimento, ter atitude para tomar decisões alinhadas com o futuro profissional que você deseja, ser pro-ativo e sempre analisar seus resultados, buscando os erros e acertos e como fazer melhor na próxima oportunidade. Ficar atento aos feedbacks dos pares e das pessoas que se importam com você.

Você precisa acreditar que é você mesmo quem comanda sua vida, que é você mesmo quem promove a sua própria mediocridade e que é você mesmo quem estabelece a sua própria batalha pelo sucesso. Consciente ou inconscientemente, sempre se trata de você.

É o que ocorre hoje? NÃO (maiúsculo e sonoro). Em vez de assumirem a responsabilidade pelo que acontece na sua própria vida, as pessoas preferem se colocar no papel de vítimas. É a Síndrome do Coitadinho de Mim.

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Repare que eu disse que elas se colocam no papel de vítimas. Eu não disse que elas são vítimas. Geralmente os profissionais adotam essa postura visando algum ganho. Pode ser fuga da responsabilidade pelo erro ou para ganhar atenção e amor das pessoas.

Mas como você sabe quando o profissional está se fazendo de vítima?

A resposta está nos três sinais básicos e repetitivos atrelados ao seu comportamento:

1º Sinal: A culpa é dos outros

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Você já percebeu como está se tornando especialista em encontrar culpados para seus fracassos? Tudo que dá errado é porque alguém não fez a sua parte ou então te impediu de fazer a sua.

Outras vezes uma enorme falta de sorte insiste em te atrapalhar, como se uma nuvenzinha de tempestade pairasse sobre sua cabeça.

Esse é o famoso “jogo da culpa”. O objetivo desse jogo é ver para quantas pessoas e circunstâncias uma vítima consegue apontar o dedo sem jamais olhar para si mesma. É algo divertido, pelo menos para ela. Infelizmente, não é assim tão legal para qualquer um que tenha a má sorte de estar ao seu lado. A razão é simples: quem está muito próximo a ela se torna um alvo fácil.

A vítima põe a culpa no gestor, na empresa, na economia, no governo, na crise, no marido ou na esposa, no sócio, e, se tudo o mais falhar, em Deus. A culpa é sempre de outra pessoa ou de outra coisa. O problema é invariavelmente alguém ou alguma coisa, nunca ela própria.

2º Sinal: sempre há uma justificativa

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Quando não está culpando alguém, a vítima trata de racionalizar ou justificar a sua situação dizendo algo do gênero: “não deu tempo para entregar o relatório” ou “meu computador pifou”. Em seguida dizem algo como “Algumas variáveis não conseguimos controlar” ou então “imprevistos acontecem”…

Realmente nem sempre você conseguirá prever todas as variáveis, mas diante delas você pode se preparar e decidir como agir. Existe um provérbio chinês que diz:

“Espere o melhor e se prepare para o pior.”

Se você planejar e tentar prever as incertezas dos seus projetos, vai minimizar as chances das coisas darem errado e não vai precisar se justificar. Ou pelo menos suas justificativas serão plausíveis e mostrarão que você fez todo o possível para que o projeto fosse entregue no prazo ou as metas fossem cumpridas.

Você pode escolher fazer parte do grupo que sempre “espera acontecer” ou do grupo que “faz acontecer”.

3º Sinal: viver se queixando

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Queixar-se é a pior coisa que você pode fazer. Por quê?

Existe uma lei universal que diz: “Aquilo que você focaliza se expande”.

Quando você se queixa está se concentrando naquilo que está errado na sua vida ou naquilo que está te incomodando no momento. Obviamente, está dando destaque a isso e, como consequência, você só receberá mais do que está indo mal.

Quando você gasta seu tempo e suas energias reclamando, está focando sua vida nos problemas e não na solução.

Reclamar ou queixar-se de tudo se tornou um grande vício. Muitos acreditam que a reclamação é o maior problema de saúde mundial. Nunca se reclamou tanto. Toda essa reclamação está gerando desequilíbrios e doenças psíquicas e físicas nas pessoas. A medicina já comprovou que os seus pensamentos afetam seu metabolismo e sua saúde.

Conhece alguma pessoa que vive reclamando e está sempre doente? Aí reclama mais ainda por não ter saúde e o que ocorre? Fica mais doente ainda. É um círculo vicioso.

Para piorar, reclamação e mal humor são contagiosos.

É provável que você possua amigos que você gosta de conversar por ele reclamar das mesmas coisas que você reclama, e que a amizade se resuma a isso.

Já ouviu falar que somos a média das 5 pessoas com quem mais convivemos? Neste artigo eu escrevi mais sobre isso.

O quanto as pessoas com quem você convive contribuem para o seu sucesso profissional?

Veja bem, não estou falando de ser interesseiro. Estou dizendo que você deve conviver com pessoas que tenham sonhos e ideais semelhantes aos seus e que batalham por eles. Pessoas positivas e poderosas que você se sinta bem ao conversar ou apenas ficar ao lado delas.

Você já deve ter ouvido falar da expressão “Dinheiro atrai dinheiro”, mas a verdade é que as pessoas de sucesso se cercam de outras pessoas de sucesso. Elas evitam a todo custo a convivência com pessoas negativas ou pessimistas. Percebem essas pessoas como “sugadoras de energia e entusiasmo”.

Elas são muito seletivas quanto as pessoas com as quais se relacionam.

Você, por acaso, conhece algum pessimista bem-sucedido? Eu não conheço.

Seu objetivo deve ser tornar-se o tipo de pessoa com a qual todos gostam de estar. Ao se tornar mais positivo e cativante, você começará a atrair outras pessoas mais positivas e cativantes. Quer saber como? Neste artigo eu ensino o caminho das pedras.

Sobre o Autor

Eduardo Correa

Eduardo Correa

Meteorologista de formação, que usa a corrida como terapia, e é apaixonado por psicologia do comportamento humano e dinâmicas sociais. Nos últimos anos dedicou-se ao Auto-Conhecimento e Desenvolvimento de Pessoas. Como Coach de Carreira ajuda profissionais insatisfeitos com a atual profissão a encontrarem trabalhos mais alinhados com seu Propósito de Vida.

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